O campeão nacional regressou à sua casa, à Catedral do futebol, ao invicto Estádio da Luz, para a apresentação do plantel 2010/11 aos seus adeptos. Numa noite sem surpresas e com a ausência de três mundialistas o Benfica defrontou o Mónaco num jogo bastante morno com poucos focos de interesse. Valeu essencialmente para ver os nossos bravos novamente e cumprimentar os companheiros de bancada porque de resto o jogo foi muito fraquinho quase conseguindo adormecer as bancadas. Faltou ritmo e velocidade à equipa que provocou alguns berros do treinador e que, apesar de ser a feijões, devem ter ouvido das boas ao intervalo que Jesus não brinca. E o inicio da segunda parte foi o período mais animado com o rolo compressor a querer dizer "olá" e o Benfica a dar a volta a um marcador que nos era, irritantemente, desfavorável. O rapaz está sem sorte nenhuma, mal tocou na bola e dois golos sofridos, aliás o SLB hoje apresentou três guarda redes, nenhum fez uma defesa sequer e sofremos dois golos. Roberto está com a vida muito complicada na Luz e Jesus tem um duro problema para resolver. O Mónaco foi duas vezes lá à frente e marca dois golos, esta pré época está de enlouquecer a nível defensivo. Que Luisão regresse rapidamente para ver se a coisa entra nos eixos pois a Supertaça está já aí à esquina...
Com a equipa a um ritmo muito lento pouco deu para ver, alguns pormenores de Gaitan, Kardec esforçado, Airton seguro, Saviola e Aimar maestros. Fábio Coentrão entra na segunda parte a um ritmo alucinante e Cardozo chega de férias, é apresentado, entra na segunda parte e um ou dois minutos depois marca. Ele é mesmo perigoso...
Foi o regresso do futebol ao Estádio da Luz, foi o poder cantar "campeões" mais uma vez. Estar com família benfiquista vale sempre a pena!
Que comece a festa pois já estou com saudades de ganhar!!!!
Ser do Benfica não se explica, sente-se. É mais que uma paixão, maior que um amor, é um estado de espírito.
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domingo, julho 25, 2010
quarta-feira, julho 22, 2009
... e ao 5º dia, Jesus descansou!
... e ao 5º dia, Jesus descansou!
- Tás parvo ou quê? Para já, não foi Jesus que descansou, foi Deus, e depois não foi ao 5º dia, foi ao 7º!
- Eh pá, mas dava-me jeito aqui para a crónica do jogo do Benfica... o treinador chama-se Jesus e os gajos perderam ao 5º jogo... caía que nem ginjas, como frase de abertura da crónica...
E é verdade: ao 5º jogo, o Benfica de Jorge Jesus perdeu... mas não descansou! Antes pelo contrário: jogámos bem, criámos oportunidades e fomos, na generalidade, superiores ao Atlético. Falhámos na finalização e, naturalmente, isso paga-se caro.
O Atlético marcou cedo, numa excelente triangulação entre Simão, Agueiro (estamos em Portugal, eu traduzo os nomes, seus espanhóis da merda!) e Raul Garcia, que culminou com um remate deste último, de fora da área, ao ângulo da baliza de Quim. Claro que, como foi golo, Quim tem culpas.
Mas o Benfica reagiu bem ao dissabor e acabou por fazer o empate pouco tempo depois: De Maria lança Saviola que, velho e acabado como está, pensou "não me vou cansar a rematar à baliza, que já não tenho a frescura física de outros tempos... deixa-me mas é passar a este matulão que passa a vida a seguir-me... ele que tenha o trabalho" e assistiu Cardoso, que só teve de encostar.
A partir daí, o Benfica assumiu o controlo das operações e, um penalty perdoado depois (mão dentro da área do Reis , que até fez pose para o fiscal de linha ver), o Atlético acabou por fazer o segundo golo, utilizando para isso um penalty, muito discutível (passei algumas 4 horas a discuti-lo), do Miguel Victor sobre o Agueiro. Isto, quase em cima do intervalo. O gajo do Atlético não falhou, logo o Quim tem culpas.
Na segunda parte, só deu Benfica, que eu tenha visto. A equipa foi para cima dos colchoneiros - que raio de nickname é este para uma equipa da bola? - e podia ter feito o empate em várias ocasiões. O Tacuara desperdiçou um excelente cruzamento do Cheifer (que, como diria a minha tia, cruza como o caralh*) ; o Miguel Víctor quase marcou de cabeça em duas ocasiões ; o Aimar teve uma grande oportunidade em cima da pequena área ; a Alegria do Povo ia marcando num disparo de cabeça a que o guardião colchoneiro - que, como dira a minha tia, defende como o caralh* - correspondeu com uma grande defesa ; o Coentrão quase facturou, mesmo no fim, com um grande remate de fora da área. E outras houve que eu não me lembro, porque, como acontece sempre que o Benfica não ganha, a experiência de assistir ao jogo foi muito traumática para mim e, naturalmente, tive de recalcar algumas memórias para o meu subconsciente, provocando alguns desiquilibrios na eterna batalha do id contra o ego, com as consequências esperadas no meu desenvolviemento sexual. Se eu der em drag queen num futuro próximo, a razão terá sido, com toda a certeza, este Benfica-Atlético Madrid.
Boas exibições no Benfica, houve algumas.
Miguel Victor esteve imperial. Concentrado como sempre (se não fosse defesa central do Benfica, este rapaz podia ter sido guarda do palácio de Buckingham e ganhar a vida a aturar turistas parvos a fazer palhaçadas), eficaz nas antecipações, ainda teve tempo para quase marcar em, pelo menos, 2 ocasiões. No lance do penalty, tentou um corte in extremis muito pouco ortodoxo e, na repetição, não é claro se fez falta ou não.
Saviola fez a assistência e teve mais uma série de bons pormenores que provam à saciedade que o que fazia falta ao Benfica naquela posição era um gajo de 27 anos, acabado para o futebol, que viesse para Portugal passar férias. Ou seja, Rui Costa parece ter acertado em cheio nesta contratação.
De Maria teve alguns grandes pormenores e, de uma forma geral, fez um excelente jogo. Cada vez mais me convenço que este será o ano da sua afirmação. Ao talento que sempre lá esteve, parece ter-se juntado alguma maturidade. Ganhou o prémio "Heitinga", atribuído ao jogador que mais fruta levou do Heitinga perante o olhar cândido do árbitro.
Coentrão entrou muito bem no jogo e, juntamente com Cheifer, dinamizou a ala esquerda (como diria a minha tia, o gajo dinamiza como o caralh*). O que disse para o De Maria, aplica-se também ao Coentrão. A única diferença é o nome do prémio que, no caso do Coentrão, se chama "Prémio Paulo Assunção" e, naturalmente, não é atribuído ao gajo que mais encheu do Heitinga.
Cardoso facturou um e tentou facturar mais uns quantos. Fartou-se de trabalhar, movimentou-se muito bem e teve alguns pormenores de grande classe, como um grande passe a isolar De Maria pelo lado esquerdo, ou um excelente amortecimento para o Nuno Gomes rematar ao lado.
Vou agora parar de falar de gajos que jogaram bem, porque sou um calão de merda e já estou a ficar farto de escrever. Não é por não haver mais.
Não vou falar dos que jogaram menos bem, porque sou Benfiquista e gosto de acreditar que estarão melhor da próxima vez. Sim, eu sou daqueles anormais que não colam uma etiqueta a dizer "Cepo" na testa de um jogador, ao 5º jogo da pré-época, por o gajo falhar um passe ou dois!
Processem-me!
- Tás parvo ou quê? Para já, não foi Jesus que descansou, foi Deus, e depois não foi ao 5º dia, foi ao 7º!
- Eh pá, mas dava-me jeito aqui para a crónica do jogo do Benfica... o treinador chama-se Jesus e os gajos perderam ao 5º jogo... caía que nem ginjas, como frase de abertura da crónica...
E é verdade: ao 5º jogo, o Benfica de Jorge Jesus perdeu... mas não descansou! Antes pelo contrário: jogámos bem, criámos oportunidades e fomos, na generalidade, superiores ao Atlético. Falhámos na finalização e, naturalmente, isso paga-se caro.
O Atlético marcou cedo, numa excelente triangulação entre Simão, Agueiro (estamos em Portugal, eu traduzo os nomes, seus espanhóis da merda!) e Raul Garcia, que culminou com um remate deste último, de fora da área, ao ângulo da baliza de Quim. Claro que, como foi golo, Quim tem culpas.
Mas o Benfica reagiu bem ao dissabor e acabou por fazer o empate pouco tempo depois: De Maria lança Saviola que, velho e acabado como está, pensou "não me vou cansar a rematar à baliza, que já não tenho a frescura física de outros tempos... deixa-me mas é passar a este matulão que passa a vida a seguir-me... ele que tenha o trabalho" e assistiu Cardoso, que só teve de encostar.
A partir daí, o Benfica assumiu o controlo das operações e, um penalty perdoado depois (mão dentro da área do Reis , que até fez pose para o fiscal de linha ver), o Atlético acabou por fazer o segundo golo, utilizando para isso um penalty, muito discutível (passei algumas 4 horas a discuti-lo), do Miguel Victor sobre o Agueiro. Isto, quase em cima do intervalo. O gajo do Atlético não falhou, logo o Quim tem culpas.
Na segunda parte, só deu Benfica, que eu tenha visto. A equipa foi para cima dos colchoneiros - que raio de nickname é este para uma equipa da bola? - e podia ter feito o empate em várias ocasiões. O Tacuara desperdiçou um excelente cruzamento do Cheifer (que, como diria a minha tia, cruza como o caralh*) ; o Miguel Víctor quase marcou de cabeça em duas ocasiões ; o Aimar teve uma grande oportunidade em cima da pequena área ; a Alegria do Povo ia marcando num disparo de cabeça a que o guardião colchoneiro - que, como dira a minha tia, defende como o caralh* - correspondeu com uma grande defesa ; o Coentrão quase facturou, mesmo no fim, com um grande remate de fora da área. E outras houve que eu não me lembro, porque, como acontece sempre que o Benfica não ganha, a experiência de assistir ao jogo foi muito traumática para mim e, naturalmente, tive de recalcar algumas memórias para o meu subconsciente, provocando alguns desiquilibrios na eterna batalha do id contra o ego, com as consequências esperadas no meu desenvolviemento sexual. Se eu der em drag queen num futuro próximo, a razão terá sido, com toda a certeza, este Benfica-Atlético Madrid.
Boas exibições no Benfica, houve algumas.
Miguel Victor esteve imperial. Concentrado como sempre (se não fosse defesa central do Benfica, este rapaz podia ter sido guarda do palácio de Buckingham e ganhar a vida a aturar turistas parvos a fazer palhaçadas), eficaz nas antecipações, ainda teve tempo para quase marcar em, pelo menos, 2 ocasiões. No lance do penalty, tentou um corte in extremis muito pouco ortodoxo e, na repetição, não é claro se fez falta ou não.
Saviola fez a assistência e teve mais uma série de bons pormenores que provam à saciedade que o que fazia falta ao Benfica naquela posição era um gajo de 27 anos, acabado para o futebol, que viesse para Portugal passar férias. Ou seja, Rui Costa parece ter acertado em cheio nesta contratação.
De Maria teve alguns grandes pormenores e, de uma forma geral, fez um excelente jogo. Cada vez mais me convenço que este será o ano da sua afirmação. Ao talento que sempre lá esteve, parece ter-se juntado alguma maturidade. Ganhou o prémio "Heitinga", atribuído ao jogador que mais fruta levou do Heitinga perante o olhar cândido do árbitro.
Coentrão entrou muito bem no jogo e, juntamente com Cheifer, dinamizou a ala esquerda (como diria a minha tia, o gajo dinamiza como o caralh*). O que disse para o De Maria, aplica-se também ao Coentrão. A única diferença é o nome do prémio que, no caso do Coentrão, se chama "Prémio Paulo Assunção" e, naturalmente, não é atribuído ao gajo que mais encheu do Heitinga.
Cardoso facturou um e tentou facturar mais uns quantos. Fartou-se de trabalhar, movimentou-se muito bem e teve alguns pormenores de grande classe, como um grande passe a isolar De Maria pelo lado esquerdo, ou um excelente amortecimento para o Nuno Gomes rematar ao lado.
Vou agora parar de falar de gajos que jogaram bem, porque sou um calão de merda e já estou a ficar farto de escrever. Não é por não haver mais.
Não vou falar dos que jogaram menos bem, porque sou Benfiquista e gosto de acreditar que estarão melhor da próxima vez. Sim, eu sou daqueles anormais que não colam uma etiqueta a dizer "Cepo" na testa de um jogador, ao 5º jogo da pré-época, por o gajo falhar um passe ou dois!
Processem-me!
domingo, agosto 10, 2008
Apresentação 2008/09
O Sport Lisboa e Benfica apresentou-se ontem, no Estádio da Luz, aos seu adeptos para a época 2008/09 defrontando os holandeses do Feyenoord.
Perante mais de 43.000 benfiquistas sedentos de futebol o Benfica rubricou, finalmente, uma excelente exibição. Sinceramente gostei muito do jogo da equipa. Gostei da forma como os jogadores se apresentaram em campo, gostei da atitude, do jogo colectivo, das jogadas individuais, da filosofia que já se nota que Quique deu à equipa. Ganhámos 1-0 mas isso pouco importa, o que importa foi ver a equipa jogar muito bem. Os adeptos corresponderam enchendo as bancadas de alegria, como é habitual na Luz, e agora espera-se que a alegria se mantenha durante a época.
Há que admitir que Maxi Pereira está a portar-se muito bem na lateral direita, conseguindo inclusivê alguns pormenores técnicos bem interessantes o que prova que quando a equipa está bem e moralizada um jogador mediano pode tornar-se "bom". A defesa esteve bem, sólida e atenta. Léo , Luisão e Katsouranis mostraram aquilo que todos esperam deles com o grego a rubricar uma exibição bem positiva quer na defesa, quer no meio campo. Yebda mostrou que vai ser pedra fundamental neste Benfica, essencialmente no campeonato nacional, onde a luta física no meio campo terá muita importância, o francês é alto e possante mas ao mesmo tempo capaz de sair com a bola jogável, gostei muito dos seus primeiros 30 minutos. Ruben Amorim está a crescer de jogo para jogo e a dar uma consistência ao meio campo muito boa. É notório que não rende se estiver encostado á linha mas muito bom a marcar a bola. Carlos Martins esteve bem e se mantiver esta bitola exibicional e não se perder em quezílias parvas dará como justificada a sua contratação mas ainda está muito longe de toda a publicidade à sua volta. Já Pablo Aimar mostrou o que é ser um dos melhores na sua posição. Aqueles toques de primeira são deliciosos e reveladores de uma mestria técnica que poucos se podem gabar de ter. Mas, infelizmente, por não ser um jogador de trivelas e de fintar 5 jogadores de uma vez (apesar de o conseguir fazer...) preferindo jogar simples, fácil e directo corre o risco de passar uma imagem errada para os comentadores e adeptos. Espero que os benfiquistas percebam que Aimar é daqueles jogadores que acha que quem deve correr é a bola e não ele, que se um passe de primeira tiver o mesmo destino que uma corrida e 4 fintas, por muito bonitas q sejam, ele prefere o passe. Urreta já não é promessa, é certeza. E tenho a certeza que Quique terá algumas dores de cabeça quando Reyes se assumir como titular na extrema esquerda para optar entre Urreta e Balboa para a direita. Grande exibição do jovem sul americano. Quem tarda em me convencer é Balboa. O jovem espanhol é muito rápido e será bastante útil em alguns jogos da nossa Liga mas ainda não me convenceu que é "material" para os grandes jogos. Reyes entrou com ganas e ía tendo uma estreia de sonho. Se, durante a época, mantiver a atitude e qualidade revelada nestes 10 minutos de estreia com o manto sagrado irá disputar com Aimar o título de melhor jogador. Assim seja. Cardozo é Cardozo, 4 remates, um ao poste, duas grandes defesas e um golo. Todos os remates ao segundo toque. Tenho um feeling muito positivo sobre Sidnei e Nélson terá que trabalhar muito este ano para convencer Quique. Jorge Ribeiro, Makukula e Fellype Bastos estiveram pouco tempo em campo mas o suficiente para se verem envolvidos em jogadas de golo.
Foi um excelente jogo de apresentação que deu aos benfiquistas aquilo que eles mais pretendem nesta fase: Crença. A atitude da equipa, o discurso de Quique, a exibição dos jogadores, tudo junto permite que os benfiquistas possam acreditar que esta época será bem melhor que a anterior.
Segue-se agora o último jogo de preparação do Glorioso, será para a Eusébio Cup e o adversário será o Inter do Speciale Uno.
Perante mais de 43.000 benfiquistas sedentos de futebol o Benfica rubricou, finalmente, uma excelente exibição. Sinceramente gostei muito do jogo da equipa. Gostei da forma como os jogadores se apresentaram em campo, gostei da atitude, do jogo colectivo, das jogadas individuais, da filosofia que já se nota que Quique deu à equipa. Ganhámos 1-0 mas isso pouco importa, o que importa foi ver a equipa jogar muito bem. Os adeptos corresponderam enchendo as bancadas de alegria, como é habitual na Luz, e agora espera-se que a alegria se mantenha durante a época.
Há que admitir que Maxi Pereira está a portar-se muito bem na lateral direita, conseguindo inclusivê alguns pormenores técnicos bem interessantes o que prova que quando a equipa está bem e moralizada um jogador mediano pode tornar-se "bom". A defesa esteve bem, sólida e atenta. Léo , Luisão e Katsouranis mostraram aquilo que todos esperam deles com o grego a rubricar uma exibição bem positiva quer na defesa, quer no meio campo. Yebda mostrou que vai ser pedra fundamental neste Benfica, essencialmente no campeonato nacional, onde a luta física no meio campo terá muita importância, o francês é alto e possante mas ao mesmo tempo capaz de sair com a bola jogável, gostei muito dos seus primeiros 30 minutos. Ruben Amorim está a crescer de jogo para jogo e a dar uma consistência ao meio campo muito boa. É notório que não rende se estiver encostado á linha mas muito bom a marcar a bola. Carlos Martins esteve bem e se mantiver esta bitola exibicional e não se perder em quezílias parvas dará como justificada a sua contratação mas ainda está muito longe de toda a publicidade à sua volta. Já Pablo Aimar mostrou o que é ser um dos melhores na sua posição. Aqueles toques de primeira são deliciosos e reveladores de uma mestria técnica que poucos se podem gabar de ter. Mas, infelizmente, por não ser um jogador de trivelas e de fintar 5 jogadores de uma vez (apesar de o conseguir fazer...) preferindo jogar simples, fácil e directo corre o risco de passar uma imagem errada para os comentadores e adeptos. Espero que os benfiquistas percebam que Aimar é daqueles jogadores que acha que quem deve correr é a bola e não ele, que se um passe de primeira tiver o mesmo destino que uma corrida e 4 fintas, por muito bonitas q sejam, ele prefere o passe. Urreta já não é promessa, é certeza. E tenho a certeza que Quique terá algumas dores de cabeça quando Reyes se assumir como titular na extrema esquerda para optar entre Urreta e Balboa para a direita. Grande exibição do jovem sul americano. Quem tarda em me convencer é Balboa. O jovem espanhol é muito rápido e será bastante útil em alguns jogos da nossa Liga mas ainda não me convenceu que é "material" para os grandes jogos. Reyes entrou com ganas e ía tendo uma estreia de sonho. Se, durante a época, mantiver a atitude e qualidade revelada nestes 10 minutos de estreia com o manto sagrado irá disputar com Aimar o título de melhor jogador. Assim seja. Cardozo é Cardozo, 4 remates, um ao poste, duas grandes defesas e um golo. Todos os remates ao segundo toque. Tenho um feeling muito positivo sobre Sidnei e Nélson terá que trabalhar muito este ano para convencer Quique. Jorge Ribeiro, Makukula e Fellype Bastos estiveram pouco tempo em campo mas o suficiente para se verem envolvidos em jogadas de golo.
Foi um excelente jogo de apresentação que deu aos benfiquistas aquilo que eles mais pretendem nesta fase: Crença. A atitude da equipa, o discurso de Quique, a exibição dos jogadores, tudo junto permite que os benfiquistas possam acreditar que esta época será bem melhor que a anterior.
Segue-se agora o último jogo de preparação do Glorioso, será para a Eusébio Cup e o adversário será o Inter do Speciale Uno.
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