Jorge Jesus: Indiscutivelmente a grande figura da época do Sport Lisboa e Benfica. Quando chegou disse que ía triunfar e não falhou na sua promessa. Pôs o SLB a jogar como há muito não se via, potenciou todos os jogadores, arrasou a concorrência e deu aos benfiquistas o Benfica que aprenderam a gostar. Pessoalmente cometeu a proeza de me fazer "esquecer" do Special One e isso diz quase tudo sobre a qualidade do trabalho que Jesus aplicou no Glorioso.
Óscar Cardozo: Foi pelos seus golos que o Benfica deu expressão ao futebol maravilha que practicava e foram os seus golos que deram ao Benfica o melhor marcador da maior prova nacional ao fim de largos anos. Aos seus detractores responde com golos e mais golos. Desde que chegou ao clube que não parou de os marcar, esta época cresceu e passou a ser um jogador de equipa como as várias assistências que teve o prova. Um goleador nato como qualquer super equipa precisa ter.
Di Maria: Provavelmente será um dos jogadores com mais qualidade técnica do futebol actual, é delicioso vê-lo a receber a bola e a partir para cima dos adversários com fintas que maravilham qualquer um. A qualidade técnica sempre esteve lá mas este ano explodiu como jogador de colectivo e colocou toda a sua mestria em prol da equipa e assumiu-se como o principal quebra cabeças dos adversários. Será practicamente impossível de o segurar e irá, certamente, quebrar o recorde nacional de valor de transferência. Para muitos o melhor jogador do campeonato.
Saviola: Um daqueles nomes que nunca pensámos ser possível ver a jogar no nosso campeonatozinho, é um jogador de outro nível e rapidamente calou aqueles que diziam que vinha em busca de uma reforma dourada. Fundamental na movimentação ofensiva da equipa e elemento preponderante em tudo o que a equipa fez este ano. Acredito que se não se tem lesionado o Liverpool não teria tido qualquer hipótese.
Rui Costa: O Presidente numa recente entrevista colocou-o numa posição complicada mas é inegável que o seu benfiquismo foi importante na união de todos e foi fundamental na contratação dos pesos pesados Saviola e Javi Garcia. O seu prestígio abre portas e o seu benfiquismo une os jogadores em torno do sagrado símbolo da águia. A postura low profile até o pode ajudar. Espero que consiga aguentar as "bocas" do Presidente porque estes primeiros anos de aprendizagem serão fundamentais para o seu futuro como elemento importante na estrutura directiva do Glorioso.
Javi Garcia: Uma das mais importantes contratações do Glorioso esta época. A importância táctica que Jesus lhe deu foi cumprida na perfeição cobrindo todas as subidas dos centrais, sendo o primeiro "tampão" defensivo da equipa e marcador de um dos golos mais importantes da época. Espanhol, jovem, ex merengue fala de uma forma apaixonada do Benfica que cativa o coração de qualquer um de nós. Ele quer ficar e nós também queremos que fique.
Jorge Sousa: Um dos mais fracos árbitros portugueses, ex membro de uma claque do clube corrupto, com um historial assustador contra o Benfica fica ligado à conquista dos dois trofeus desta época ao apitar a final da Taça da Liga no Algarve em que ignorou por completo o festival de porrada que os azuis forneceram e foi dele o apito final que nos garantiu o tão desejado título. Imagino a azia que lhe terá invadido a alma...
Benfiquistas: Os elogios dos jogadores foram muitos ao longo da época, o treinador acaba de reconhecer a importância que os adeptos tiveram no sucesso alcançado. Tudo merecido. Os benfiquistas tiveram um aquecimento na época anterior mas esta foi brutal em termos de apoio, desde o primeiro minuto que nunca pararam de apoiar e puxar pela equipa, mesmo nos momentos menos bons disseram presente e estiveram ao lado dos jogadores para ajudar a meter a bola lá dentro. Ninguem mais do que eles merece este título. Foram uns verdadeiros campeões.
Ser do Benfica não se explica, sente-se. É mais que uma paixão, maior que um amor, é um estado de espírito.
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segunda-feira, maio 24, 2010
quinta-feira, maio 20, 2010
Época 2009/2010: Momentos
Golo de Javi Garcia - O jogo com a Naval no Estádio da Luz teve, talvez, o momento mais marcante deste campeonato. O jogo foi fantástico a todos os níveis, o ambiente nas bancadas estava ao rubro com um apoio brutal do primeiro ao último minuto ao ponto de receber uma sms da lagarta lá de casa a mencionar isso mesmo, o Benfica carregava forte em cima do adversário que tinha um super guarda redes em noite inspirada. Os minutos passavam, o golo não aparecia mas o público e equipa continuavam unidos em busca pelo objectivo desejado. A um minuto do fim uma falta que origina um livre lateral perto da área da Naval. O forte apoio do público fazia-se sentir mas quando David Luiz levanta os braços a pedir ainda mais o que se assistiu é difícil de traduzir em palavras, o livre é marcado, Javi cabeceia e a bola entra. Loucura infernal no Estádio da Luz, os jogadores a festejarem o golo de uma forma que há muito não se via na Luz, uma união e uma alegria com as bancadas loucas de paixão e lágrimas. Um golo que valeu três pontos mas valeu muito mais que isso, valeu a confirmação que este seria o nosso ano, que este ano ninguem parava o Benfica.
Penalty falhado - Quando Cardozo falhou aquele penalty, nos minutos finais, em Setúbal, numa fase tão crucial do campeonato tive receio, muito receio, que o Benfica fosse claudicar, que fosse incapaz de suportar a pressão que seria alvo na recta final do campeonato. Aquela vitória teria permitido uma folga não só para consumo interno mas também para o trajecto europeu. E podia ter tido duras consequências na relação entre Cardozo e os adeptos. Um jogo mau do Benfica que acabava da pior maneira possível. Felizmente o Benfica 2009/2010 foi fortíssimo e sempre foi capaz de se erguer com rapidez após qualquer percalço.
Segundo contra o Sporting - Estou no bar à espera para uma garrafa de água quando oiço o bruá do público, corro para perto da bancada e só vejo um jogador a correr isolado para a baliza de Patrício e a bola a fugir para a linha, "bolas não vais apanhar a bola". Aimar apanha a bola e de um angulo apertado remata, " a p*** da bola não vai entrar", claro que entrou. A explosão nas bancadas foi assustadora. A emoção tomou conta de mim e, acredito, de todos. Era a confirmação da vitória e acima de tudo a confirmação do título. Com aquele golo seríamos campeões, já ninguem nos tirava o caneco.
Entrada à Benfica - A entrada do Glorioso para a segunda parte do jogo contra o Everton na Luz foi uma delícia e uma amostra do que o Benfica de Jorge Jesus era. Este ano era sabido que se a primeira parte não corria bem o intervalo seria a "arma" do treinador para espicaçar a equipa e as entradas de rompante nas segundas partes foram habituais durante a época. A equipa inglesa foi destroçada pelo rolo compressor da Luz e saíu vergado á mais pesada derrota europeia do seu historial. Uma vitória que pôs, novamente, o SL Benfica nos holofotes da Europa.
Final do Algarve - Era practicamente um tira teimas entre dois arqui-inimigos, estava em disputa muito mais que um troféu, estava em disputa uma mensagem e essa foi clara: o Benfica é claramente superior, dentro do relvado, ao clube corrupto. Com uma equipa desfalcada de alguns dos melhores, contra um arbitro que pertenceu à claque rival, perante um Estádio pintado de vermelho apenas com uma pequena mancha azul a destoar o Glorioso arrasou o adversário quer em jogo jogado, quer em não responder às agressões e provocações, quer em festa nas bancadas. Levantámos o caneco mas mais que isso mostrámos a superioridade como equipa, como clube, como adeptos.
Apresentação - Quando Jorge Jesus foi apresentado aos adeptos do Glorioso como treinador do maior clube do mundo todos sentiram que estava dado o primeiro passo para o sucesso. O discurso foi completamente diferente do dos seus antecessores, foi um discurso ambicioso e coerente com o historial do clube. Dizem que Jesus é adepto de outras cores mas aquele discurso era à Benfica. Foi ali que começou esta época maravilhosa.
Apito final - Quando Jorge Sousa apitou para o fim do jogo com o Rio Ave... Daquele momento até às ruas de Lisboa a altas horas da madrugada passando por lugares emblemáticos por todo o mundo a festa foi inesquecível e apenas como só os benfiquistas sabem fazer. Festa, alegria, amor, paixão. Tudo pelo SLB e apenas só pelo SLB. Campeões!!!
Penalty falhado - Quando Cardozo falhou aquele penalty, nos minutos finais, em Setúbal, numa fase tão crucial do campeonato tive receio, muito receio, que o Benfica fosse claudicar, que fosse incapaz de suportar a pressão que seria alvo na recta final do campeonato. Aquela vitória teria permitido uma folga não só para consumo interno mas também para o trajecto europeu. E podia ter tido duras consequências na relação entre Cardozo e os adeptos. Um jogo mau do Benfica que acabava da pior maneira possível. Felizmente o Benfica 2009/2010 foi fortíssimo e sempre foi capaz de se erguer com rapidez após qualquer percalço.
Segundo contra o Sporting - Estou no bar à espera para uma garrafa de água quando oiço o bruá do público, corro para perto da bancada e só vejo um jogador a correr isolado para a baliza de Patrício e a bola a fugir para a linha, "bolas não vais apanhar a bola". Aimar apanha a bola e de um angulo apertado remata, " a p*** da bola não vai entrar", claro que entrou. A explosão nas bancadas foi assustadora. A emoção tomou conta de mim e, acredito, de todos. Era a confirmação da vitória e acima de tudo a confirmação do título. Com aquele golo seríamos campeões, já ninguem nos tirava o caneco.
Entrada à Benfica - A entrada do Glorioso para a segunda parte do jogo contra o Everton na Luz foi uma delícia e uma amostra do que o Benfica de Jorge Jesus era. Este ano era sabido que se a primeira parte não corria bem o intervalo seria a "arma" do treinador para espicaçar a equipa e as entradas de rompante nas segundas partes foram habituais durante a época. A equipa inglesa foi destroçada pelo rolo compressor da Luz e saíu vergado á mais pesada derrota europeia do seu historial. Uma vitória que pôs, novamente, o SL Benfica nos holofotes da Europa.
Final do Algarve - Era practicamente um tira teimas entre dois arqui-inimigos, estava em disputa muito mais que um troféu, estava em disputa uma mensagem e essa foi clara: o Benfica é claramente superior, dentro do relvado, ao clube corrupto. Com uma equipa desfalcada de alguns dos melhores, contra um arbitro que pertenceu à claque rival, perante um Estádio pintado de vermelho apenas com uma pequena mancha azul a destoar o Glorioso arrasou o adversário quer em jogo jogado, quer em não responder às agressões e provocações, quer em festa nas bancadas. Levantámos o caneco mas mais que isso mostrámos a superioridade como equipa, como clube, como adeptos.
Apresentação - Quando Jorge Jesus foi apresentado aos adeptos do Glorioso como treinador do maior clube do mundo todos sentiram que estava dado o primeiro passo para o sucesso. O discurso foi completamente diferente do dos seus antecessores, foi um discurso ambicioso e coerente com o historial do clube. Dizem que Jesus é adepto de outras cores mas aquele discurso era à Benfica. Foi ali que começou esta época maravilhosa.
Apito final - Quando Jorge Sousa apitou para o fim do jogo com o Rio Ave... Daquele momento até às ruas de Lisboa a altas horas da madrugada passando por lugares emblemáticos por todo o mundo a festa foi inesquecível e apenas como só os benfiquistas sabem fazer. Festa, alegria, amor, paixão. Tudo pelo SLB e apenas só pelo SLB. Campeões!!!
quinta-feira, maio 13, 2010
Época 2009/10 - Rescaldo
Liga Sagres - O objectivo principal desta época foi concretizado. Conquistámos o título de campeão nacional e regressámos ao lugar que nos pertence. Mas a conquista deste título não se fica "apenas" por esse facto pois a campanha protagonizada pelo SL Benfica foi fantástica. Melhor ataque, melhor defesa, melhor marcador, melhor futebol justificaram plenamente o título e o porquê de batermos recordes de espectadores quer em casa quer fora. No Estádio da Luz o Benfica esteve imparável não vencendo apenas um jogo, logo o primeiro, contra o Marítimo que conseguiu a proeza de empatar na Luz e ainda hoje não saber como. Goleadas atrá de goleadas, o rolo compressor da Luz foi travado apenas por duas vezes e em condições muitoi peculiares da nossa Liga: em Braga com um golo anulado e uma confusão ao intervalo onde os nossos jogadores foram agredidos e castigados sem terem feito nada; no Dragão com uma arbitragem pavorosa e um ambiente terrorista com a cumplicidade das autoridades. Mas foram incapazes de travar a caminhada triunfal do Glorioso que acabou numa festa ímpar pelo Mundo inteiro. Jesus cumpriu o que prometeu e o Benfica voltou aos títulos. Perfeito.
Liga Europa - Cair em Anfield Road nunca será desprestigiante mas se pensarmos na campanha que fizemos e na qualidade da nossa equipa a eliminação deixa um sabor amargo. O Benfica realizou uma campanha europeia fantástica arrasando um histório inglês, eliminando o campeão francês e encostar o Liverpool às cordas dando a volta a um resultado adverso com goleadas pelo meio conseguindo restaurar a imagem na Europa que a época transacta manchou um pouco. Fica a sensação que se tivessemos forçado um pouco mais a conquista deste troféu europeu era possível, ainda para mais se olharmos para os restantes adversários que teríamos de defrontar. A goleada ao Everton na Luz e a reviravolta em Marselha serão momentos para recordar durante bons tempos mas, o mais importante para o presente, é ter visto um excelente futebol que pôs em sentido qualquer um dos possíveis adversários europeus. Orgulho.
Taça de Portugal - A mancha negativa da época. Não ir ao Jamor é sempre uma dor no coração, adoro a festa da Taça, adoro ir ao Jamor, adoro conquistar este troféu. E caímos em casa o que custa ainda mais. Mas, mais uma vez, uma derrota do Glorioso esta época fica marcada por um erro de arbitragem validando um golo precedido de falta do V.Guimarães que penalizou um jogo menos conseguido dos pupilos de Jesus. Foi curta a campanha benfiquista na Taça de Portugal. Frustração.
Taça da Liga - A reconquista do troféu da cerveja foi um aperitivo para o que se seguíria mas serviu na perfeição para demonstrar a enorme superioridade do Glorioso perante os seus adversários. A caminhada até ao Algarve levou-nos a defrontar sempre adversários complicados fora da Luz, fomos a Vila do Conde, a Guimarães e a Alvalade. E em todos mostrámos a nossa força, quer no relvado quer nas bancadas derrubando os opositores. Goleadas em Alvalade e no Algarve aos nossos habituais rivais carimbaram o selo de melhor equipa ao Sport Lisboa e Benfica explicando o porquê do sucesso alcançado esta época. A tranquilidade da equipa perante as agressões do adversário na final foi uma lição para muitos. É um troféu com pouca relevância mas a campanha que fizemos, os adversários que eliminámos, a exibição quase perfeita na final, faz-me ter enorme orgulho na conquista da Taça da Liga, a segunda para nós. Satisfação.
Melhor Marcador - Não é nem nunca será um objectivo mas o SL Benfica tem que ter sempre um dos seus jogadores a disputar este prémio até ao fim pois isso significa que estamos a jogar futebol ofensivo, que estamos a marcar golos e que temos um homem golo. Cardozo mereceu este prémio e ainda mais quando no momento da celebração não se esqueceu de agradecer aos colegas dizendo que sem eles teria sido impossível tal feito. Muitos anos depois um jogador do Glorioso conquista este troféu. E a forma como o conquistou, no último jogo, após o principal adversário ter marcado dois golos no dia anterior e passado para a frente, grande Tacuara. Prazer.
Liga Europa - Cair em Anfield Road nunca será desprestigiante mas se pensarmos na campanha que fizemos e na qualidade da nossa equipa a eliminação deixa um sabor amargo. O Benfica realizou uma campanha europeia fantástica arrasando um histório inglês, eliminando o campeão francês e encostar o Liverpool às cordas dando a volta a um resultado adverso com goleadas pelo meio conseguindo restaurar a imagem na Europa que a época transacta manchou um pouco. Fica a sensação que se tivessemos forçado um pouco mais a conquista deste troféu europeu era possível, ainda para mais se olharmos para os restantes adversários que teríamos de defrontar. A goleada ao Everton na Luz e a reviravolta em Marselha serão momentos para recordar durante bons tempos mas, o mais importante para o presente, é ter visto um excelente futebol que pôs em sentido qualquer um dos possíveis adversários europeus. Orgulho.
Taça de Portugal - A mancha negativa da época. Não ir ao Jamor é sempre uma dor no coração, adoro a festa da Taça, adoro ir ao Jamor, adoro conquistar este troféu. E caímos em casa o que custa ainda mais. Mas, mais uma vez, uma derrota do Glorioso esta época fica marcada por um erro de arbitragem validando um golo precedido de falta do V.Guimarães que penalizou um jogo menos conseguido dos pupilos de Jesus. Foi curta a campanha benfiquista na Taça de Portugal. Frustração.
Taça da Liga - A reconquista do troféu da cerveja foi um aperitivo para o que se seguíria mas serviu na perfeição para demonstrar a enorme superioridade do Glorioso perante os seus adversários. A caminhada até ao Algarve levou-nos a defrontar sempre adversários complicados fora da Luz, fomos a Vila do Conde, a Guimarães e a Alvalade. E em todos mostrámos a nossa força, quer no relvado quer nas bancadas derrubando os opositores. Goleadas em Alvalade e no Algarve aos nossos habituais rivais carimbaram o selo de melhor equipa ao Sport Lisboa e Benfica explicando o porquê do sucesso alcançado esta época. A tranquilidade da equipa perante as agressões do adversário na final foi uma lição para muitos. É um troféu com pouca relevância mas a campanha que fizemos, os adversários que eliminámos, a exibição quase perfeita na final, faz-me ter enorme orgulho na conquista da Taça da Liga, a segunda para nós. Satisfação.
Melhor Marcador - Não é nem nunca será um objectivo mas o SL Benfica tem que ter sempre um dos seus jogadores a disputar este prémio até ao fim pois isso significa que estamos a jogar futebol ofensivo, que estamos a marcar golos e que temos um homem golo. Cardozo mereceu este prémio e ainda mais quando no momento da celebração não se esqueceu de agradecer aos colegas dizendo que sem eles teria sido impossível tal feito. Muitos anos depois um jogador do Glorioso conquista este troféu. E a forma como o conquistou, no último jogo, após o principal adversário ter marcado dois golos no dia anterior e passado para a frente, grande Tacuara. Prazer.
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